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Aline Maia: “Fazer viver” os mortos - a luta das mães de vítimas de violência letal

21/5/2024

 
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​Ao longo do trabalho de campo foi comum ouvir frases como essas: “enquanto eu viver, meu filho viverá em mim, porque ele está dentro de mim”. O entendimento que os filhos permanecem vivos, mesmo após uma morte violenta, não é sentimento exclusivo de uma só mãe que perdeu seu filho pela violência letal, mas é expressão presente em todas com as quais tive contato durante minhas investidas etnográficas pelo Rio de Janeiro. De diferentes formas, mas em alto e bom som, elas com frequência diziam e demostravam que a morte não se resumia no apagamento total de seus filhos. Ao contrário, enfatizavam: “ele ainda está aqui, só que agora mora em mim”. 
 
Minha pesquisa tem como interesse de investigação o ato de “dar vida” e “fazer viver”.  Foi acompanhando as vidas ordinárias de familiares e mães de vítimas da violência letal em favelas do Rio de Janeiro que obtive acesso as suas maneiras de “dar vida”: um exercício realizado majoritariamente por mulheres negras interessadas em “fazer viver” coisas, pessoas e presenças – seja em vida ou após a morte de um ente querido.
 
Discuto, ainda, o modo como estas mães ativam presenças e manipulam de coisas para a feitura do “fazer viver”. Com base no material etnográfico, destaco os modos dos humanos e não humanos existirem, se relacionarem entre si e habitarem mundos. Busco, assim, apresentar as composições inventadas pelas mães e familiares, no pós-morte, e seus diferentes estilos de criatividade – seja quando estes representam uma resposta ativa contra o fazer estatal ou quando buscam estabelecer um diálogo direto com o morto.


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